• Central de atendimento 24h (011) 4780-5608
  • Conheça rituais fúnebres inusitados de outras culturas

    Aqui no Brasil, quando uma pessoa morre, ou ela é enterrada ou cremada, bem como na maioria dos países. Contudo, em alguns lugares do mundo, velar e sepultar mortos pode não ser uma prática comum como é para nós.

    De acordo com alguns pesquisadores, William Gladstone (1809-1898), ex-primeiro-ministro britânico, pode ter dito certa vez a seguinte frase: “Mostre-me a forma como uma nação cuida de seus mortos e medirei com exatidão matemática a ternura e a piedade de seu povo, seu respeito pelas leis da terra e sua lealdade aos altos ideais.”

    Não há comprovações de que essa frase foi mesmo dita por ele, contudo, isso não vem ao caso, pois não importa quem é o autor dessa frase.

    O fato que existem muitas formas de lidar com a perda de entes queridos, mas tudo deve ser feito com muito respeito e cuidado. Sendo assim, as formas de despedidas podem variar muito de acordo com cada país, mas independentemente das formas, o que vale é a homenagem a pessoa falecida.

    Nesse contexto, no texto de hoje, veremos os rituais fúnebres mais inusitados ao redor do mundo. Confira!

    Os 3 rituais fúnebres mais inusitados praticados pelo mundo

    Cremação a céu aberto — Crestone, EUA

    Nessa cidade, todos os habitantes podem participar do processo de cremação de parentes e amigos de forma ativa, pois a cremação é feita a céu aberto.

    Para realizar a cremação, o corpo é colocado em uma pira a céu aberto coberta de flores. Depois as pessoas podem ir colocando fogo aos poucos e para isso usam pedaços de madeira.

    O corpo se desintegra aos poucos e pode ser observado pelas pessoas até o fim do processo.

    Ma’nene — Tona Toraja, Indonésia

    Nessa cidade, quando uma pessoa morre, sua família embalsama o corpo, mas o mantém em casa durante meses ou até anos. Passando a conviver com aquele corpo como se houvesse algum tipo de vida ali, tanto que, durante o processo, as pessoas devem conversar, servir alimentos e até trocar as vestes da pessoa falecida.

    Isso ocorre até a família ter dinheiro suficiente para enterrar o corpo. Mas, depois disso, a família ainda deverá realizar visitas. Portanto, a cada dois anos, os parentes devem retirar o corpo do falecido do túmulo e passar um dia festivo com o cadáver.

    Torres do Silêncio — Mumbai, Índia

    O Zoroastrismo é uma religião originária da Pérsia e, para eles, nem o enterro e nem a cremação são ideais para os seus entes queridos falecidos.

    Para eles a forma ideal para que a alma seja libertada é colocar os corpos em construções circulares ao ar livre, onde eles esperam que os urubus se alimentem da carne.

    De acordo com essa cultura, essa é uma última forma de realizar o bem no momento de despedida de uma pessoa querida.

    Deixe um comentário