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  • Enterro, sepultamento ou cremação? Conheça todas as etapas que envolvem o falecimento de um ente querido

    Saiba quais são as providências a serem tomadas quando ocorre o óbito de um familiar ou pessoa próxima! 

    homens carregando um caixão

    O falecimento de uma pessoa é um momento naturalmente delicado e de muita fragilidade, tendo em vista que a perda de um ente querido traz consigo sofrimento e dores imensuráveis

    Entretanto, embora esta seja uma triste ocasião, é preciso estar devidamente preparado para ela, pois este é o destino certo de todos nós e não há como fugir dele.

    Mesmo assim, a maioria das pessoas ainda possuem um grande bloqueio ao tocar no assunto da morte, haja vista que este tema ainda é um tabu na sociedade. 

    Contudo, estar preparado para este momento pode evitar maiores transtornos e sofrimentos desnecessários. Já que, saber o que fazer e a quem recorrer diante do falecimento de alguém é fundamental. 

    Solicitação de DPVAT

    Assim, no conteúdo de hoje preparamos um guia completo com tudo que você precisa saber sobre o óbito de uma pessoa, desde os documentos necessários até a organização do funeral. Acompanhe a leitura para ficar por dentro! 

    O que fazer em caso de óbito em vias públicas?

    Com exceção dos casos em que o ente querido enfrentava uma doença terminal, a morte acontece de forma imprevisível, ou seja, ocorre sem que estejamos esperando. Ela pode acontecer em diversos âmbitos, inclusive em vias públicas, como avenidas, estradas, etc. 

    Nas circunstâncias em que ocorre um óbito em vias públicas, a primeira medida a ser tomada é contatar imediatamente a polícia local

    Tais autoridades são incumbidas de direcionar o corpo ao Instituto Médico Legal (IML) a fim de que os órgãos cabíveis possam atestar a causa mortis e emitir a Declaração de Óbito

    O profissional designado para analisar o corpo e identificar a causa exata da morte é o médico legista. 

    Assim, é de responsabilidade dele levantar dados pertinentes acerca da morte e elaborar a Declaração de Óbito para que os familiares possam dar andamento às demais burocracias que envolvem a morte de um ente querido. 

    Quais medidas tomar em casos de óbito no ambiente domiciliar?

    É possível, ainda, que o óbito ocorra no ambiente doméstico. Embora a nossa casa represente conforto e segurança para nós, ela também pode oferecer alguns riscos. Infelizmente, acidentes domésticos são mais comuns do que imaginamos e muitos deles podem ser fatais. 

    Dentre os acidentes domésticos mais perigosos estão o vazamento do gás de cozinha, a combinação de álcool e fogo, um sistema elétrico comprometido e as quedas, as quais representam um risco ainda maior para pessoas idosas, devido a sua musculatura fragilizada.

    Nos casos em que o óbito ocorre em casa, os parentes podem contatar um médico da família, caso haja, para que o mesmo médico analise o corpo e conceda a Declaração de Óbito. 

    Todavia, se esta não for a realidade da família, é preciso ir à delegacia mais próxima e registrar um boletim de ocorrência. 

    O boletim de ocorrência é um documento importante para que a morte seja devidamente elucidada, por isso, a função do familiar responsável é colaborar com as autoridades fornecendo todas as informações necessárias. 

    A despeito da dor e do sofrimento evocados pela perda, é imprescindível que o parente auxilie as autoridades neste processo, para que possa dar andamento às demais etapas concernentes ao falecimento de um ente querido

    O que é uma Declaração de óbito e como emitir?

    A Declaração de Óbito, a qual também conhecemos como Atestado de Óbito, é um documento fundamental para que a família do ente querido possa prosseguir com as demandas que envolvem o funeral. 

    Esta declaração é o primeiro documento que os parentes têm acesso após a morte do familiar. Ela é impreterivelmente emitida por um médico, o qual é responsável por elencar as principais informações acerca do óbito. 

    Se a morte ocorrer em um ambiente hospitalar, o próprio médico que acompanhava o ente querido durante o seu quadro clínico pode emitir a declaração. 

    Por outro lado, se a morte ocorrer em outras esferas, o médico legista é o profissional que encarrega-se deste procedimento, na maioria das vezes. 

    Existem, basicamente, duas categorias em que podemos enquadrar a morte de uma pessoa: 

    a morte natural, que como o próprio nome sugere, ocorre por causas naturais e a morte suspeita, a qual passa por algumas investigações a fim de que sejam colhidas informações sobre a causa mortis. 

    A emissão da Declaração de óbito varia de acordo com o tipo de morte, conforme você pode observar a seguir.

    Morte natural

    Em casos de morte natural, um médico da família pode emitir a declaração, conforme mencionamos anteriormente. No entanto, se na família não houver um profissional com quem contar, é preciso contatar a polícia para que os devidos direcionamentos sejam feitos.

    Morte suspeita

    Já nos casos de mortes suspeitas, o procedimento é um pouco mais complexo. Este tipo de morte geralmente ocorre em virtude de violência, agressões, acidentes, suicídio, entre outras ocorrências. 

    Assim, uma investigação é aberta a fim de que a causa da morte seja apurada. Nesse sentido, pessoas falecidas em decorrência de morte suspeita são encaminhadas diretamente para o IML. 

    A investigação será devidamente executada e, ao concluir, o médico legista concederá a declaração à família. 

    O que é preciso para ter acesso à Certidão de Óbito?

    A Certidão de Óbito, por sua vez, é o último documento a ser concedido à família do ente querido. Diferentemente da Declaração de Óbito, que é emitida por um médico, a certidão é elaborada e concedida pelo Cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais. 

    Este documento tem um caráter um pouco mais formal, pois contém os dados pessoais do ente querido, bem como informações sobre suas propriedades, bens e possíveis herdeiros. Por isso, é elaborada e emitida pelo Cartório. 

    A Certidão pode ser solicitada logo após o sepultamento ou cremação do ente querido. Para fazer o requerimento, a família deve apresentar os seguintes documentos:

    • Declaração de Óbito;
    • Certidão de nascimento ou casamento, se a pessoa falecida possuir cônjuge;
    • RG;
    • CPF;
    • Título de eleitor;
    • Carteira de Trabalho;
    • Certificado de Reservista;
    • Número do benefício do INSS, se o ente querido for aposentado, pensionista ou beneficiário.

    Vale salientar que o requerente também precisa dispor de documentos pessoais próprios no ato da solicitação, como o RG e o CPF. A primeira via deste documento pode ser solicitada de forma gratuita caso seja requerida no Cartório Civil do local em que ocorreu o óbito.

    A família deve solicitar o documento em até 15 dias após o óbito. Contudo, a recomendação é que a solicitação seja feita o quanto antes, a fim de evitar possíveis impasses. 

    Sepultamento x Cremação: qual escolher?

    O destino do corpo do ente querido também é uma questão importante a definir. A escolha entre sepultamento ou cremação deve ser feita no momento em que os preparativos para o funeral são iniciados. 

    Em alguns casos, a pessoa falecida já deixa manifesto em vida o seu desejo, o qual deve ser atendido e respeitado pelos parentes. 

    Caso a pessoa não tenha expressado a sua preferência ainda em vida, a família pode direcionar o tipo de cerimônia fúnebre que será feita.

    Esta é uma escolha que deve ser pensada com cuidado, pois trata-se do destino final da pessoa falecida. Assim, é importante avaliar minuciosamente todas as perspectivas, vantagens e desvantagens de cada modalidade. 

    Conheça abaixo mais sobre elas e quais as suas diferenças principais!

    Sepultamento

    De modo geral, o sepultamento consiste no ato de depositar o corpo do ente querido em um jazigo. 

    Existem diferentes possibilidades de jazigo, como o jazigo vertical, por exemplo. Os jazigos são dispostos em um cemitério, e podem ser visitados conforme a conveniência e desejo dos familiares e amigos da pessoa falecida. 

    É válido salientar que, ao optar pelo sepultamento, a família deverá decidir, também, pela modalidade de jazigo escolhida. É possível aderir ao jazigo perpétuo ou ao jazigo temporário. 

    Ambos possuem condições e características diferentes, como você poderá observar a seguir.

    Jazigo temporário

    Conforme mencionamos anteriormente, o jazigo é a acomodação do corpo de um ente querido após o seu sepultamento. Nesse sentido, podemos dizer que o jazigo temporário é, como o nome sugere, uma acomodação efêmera.

    O corpo depositado em um jazigo temporário permanece nele somente por algum tempo. Após excedido o limite, que geralmente compreende de 3 a 5 anos, o corpo é removido do jazigo e encaminhado para o processo de exumação. 

    Este procedimento é necessário para que os jazigos sejam liberados e concedidos, mediante locação provisória, para outras pessoas. Assim, o corpo permanece momentaneamente no local, sendo exumado logo após o cumprimento do prazo limite.

    O jazigo temporário é viável para pessoas que não possuem um jazigo familiar ou não têm interesse em investir em um bem como este. Devido ao seu caráter provisório, as taxas de manutenção são isentas e os custos podem ser reduzidos.  

    Jazigo perpétuo

    Se por um lado o jazigo temporário possui um limite de tempo para ser utilizado, o jazigo perpétuo, por outro lado, é vitalício, isto é, seu proprietário pode usufruir deste bem por toda a vida. 

    Esta modalidade de jazigo é considerada um patrimônio, tendo em vista que a sua aquisição é semelhante à compra de um imóvel. 

    A compra é viabilizada mediante escritura. Além disso, as leis do segmento imobiliário também aplicam-se a este tipo de transação.

    O jazigo perpétuo pode ser utilizado por toda a família do titular, configurando-se, portanto, como um bem familiar. Diante do falecimento do proprietário, a titularidade do jazigo é transferida para os seus sucessores. 

    É importante mencionar que o proprietário deve comprometer-se a pagar devidamente as taxas de manutenção cobradas, caso contrário, é possível perder a posse sobre o jazigo

    Esta modalidade de jazigo possui inúmeras vantagens como segurança, comodidade, assistência funerária, entre outras. É um investimento que pode assegurar menos sofrimento em um momento tão delicado como a perda de uma pessoa amada. 

    Cremação

    Já a cremação é um procedimento bastante diferente do sepultamento. Dentre os pontos que os diferem, o principal é o fato de que o corpo não é mantido, como no sepultamento, mas é resumido às cinzas. 

    Embora não seja um método totalmente popularizado no Brasil, a cremação é um procedimento muito antigo e utilizado por várias pessoas ao redor do mundo. As etapas da cremação se organizam da seguinte forma: 

    • Autorização: os familiares do ente querido devem disponibilizar os documentos solicitados, como certidão de óbito e autorização do médico legista. 
    • Congelamento: passadas as cerimônias de despedida realizadas no velório, o corpo é direcionado para a sala de congelamento. Ele é armazenado em uma geladeira a 4ºC.
    • Cremação: Após o congelamento, o corpo do ente querido é direcionado para o forno crematório. O corpo permanece no caixão, o qual é queimado junto. Já dentro da câmara, o corpo é exposto às chamas. A temperatura pode chegar a 1.200ºC. 
    • Cinzas: A última etapa da cremação são as cinzas. Após concluída a queima, o corpo é carbonizado e alguns restos de ossos são triturados e transformados em cinzas. Concluído todo este processo, as cinzas ficam prontas para serem entregues à família. 

    Cremação x Sepultamento: qual é o mais caro?

    Os valores entre um procedimento e outro podem variar bastante. Mas, de modo geral, um sepultamento pode custar aproximadamente R$10.000 mil reais aos familiares do ente querido, levando-se em consideração os inúmeros gastos que esta modalidade possui. 

    A cremação, por sua vez, custa em média R$2.500,00 em cerimônias simples. Contudo, se a família optar por uma cerimônia mais elaborada, este valor pode chegar a R$10.000 mil reais. 

    Como organizar um funeral?

    Jazigos

    Organizar um funeral não é uma tarefa simples, especialmente por se tratar de um momento em que os familiares e amigos próximos do ente querido estão em uma situação de instabilidade emocional. 

    Já que, a perda de alguém que amamos traz consigo muitas dores e sofrimentos e preparar uma cerimônia de despedida é, sem dúvidas, um desafio. 

    Além disso, o funeral possui várias etapas que precisam ser seguidas rigorosamente a fim de que tudo ocorra bem e não haja possíveis transtornos. 

    Apesar de ser um momento delicado para todas as pessoas próximas ao ente querido, o funeral é uma cerimônia extremamente importante

    Este ritual de despedida é fundamental para que as pessoas enlutadas possam se despedir da pessoa amada com demonstrações de carinho, respeito e afeto. 

    Ademais, o funeral é imprescindível para que o luto seja vivenciado adequadamente e a perda possa ser assimilada sem que haja maiores danos emocionais às pessoas que sofreram a perda. 

    Confira, a seguir, as etapas que compõem a organização de um funeral completo.

    Preparação do corpo

    Inicialmente, o corpo do ente querido precisa ser preparado para ser submetido a todas as cerimônias, como o velório e o sepultamento, se esta for a escolha da família. Este processo de preparação é chamado de tanatopraxia.

    A tanatopraxia é um procedimento extremamente importante para evitar riscos à saúde das pessoas presentes na cerimônia, além de garantir que o corpo ficará apresentável durante o velório. 

    O corpo passa por diferentes etapas que envolvem desde a injeção de substâncias químicas para a preservação do corpo até a necromaquiagem. 

    A escolha do destino do corpo: Sepultamento ou cremação?

    Um outro passo importante é a escolha do destino final do corpo entre sepultamento ou cremação, conforme mencionamos acima. 

    A família precisa sinalizar a decisão à assistência funerária para que os encaminhamentos cabíveis possam ser dados. 

    Organização dos documentos necessários 

    Ademais, é necessário organizar todos os documentos necessários para dar andamento à organização do funeral. Os documentos solicitados são:

    Declaração de óbito

    Como você já observou ao longo da leitura deste artigo, a Declaração de Óbito é o primeiro documento entregue aos familiares. Ele é fundamental para que os processos burocráticos que envolvem a morte de uma pessoa sejam viabilizados.

    A Declaração de Óbito contém todas as informações pertinentes acerca da causa mortis, portanto, é um documento essencial. A família precisa estar com ela em mãos ao iniciar os preparativos do funeral.

    Certidão de Óbito

    É preciso, ainda, dispor também da Certidão de Óbito. Este documento também é imprescindível para que a organização do funeral possa ser iniciada. Ele contém dados relevantes a respeito do ente querido, bem como de seus herdeiros.

    Laudo pericial

    Em casos de morte suspeita, ocasionada por alguma circunstância violenta, o corpo é direcionado para o IML e fica sob os cuidados do médico legista. 

    Nessas circunstâncias, o médico deve emitir um laudo pericial e concedê-lo à família do ente querido para que possam dar sequência ao funeral. 

    Guia para sepultamento

    Por fim, a família precisa dispor da guia de sepultamento. Esta guia deve ser entregue ao cemitério ou crematório, dependendo da escolha dos familiares do ente querido. 

    A guia pode ser solicitada de forma autônoma no Cartório de Registro Civil ou pode ser providenciada pela equipe funerária, caso a família possua um plano. 

    Cerimônias fúnebres 

    As cerimônias fúnebres são realizadas de acordo com as crenças, valores e características do ente querido. 

    É fundamental que a pessoa falecida seja respeitada inclusive na concepção de tais cerimônias, a fim de que este seja um momento marcante e especial para os familiares e amigos. 

    Velório

    Um dos elementos que compõem os rituais fúnebres é o velório. Este momento, que antecede o sepultamento ou a cremação, marca a despedida do ente querido. 

    Ele deve ser um momento de homenagens, acolhimento dos familiares, demonstrações de carinho e, caso a família seja religiosa, é possível introduzir uma cerimônia de fé também. 

    Sepultamento ou cremação

    Após o velório, o corpo deverá ser conduzido para o seu destino final, estabelecido pelos parentes. Caso optem pelo sepultamento, o ente querido é deslocado para o cemitério no qual será sepultado. 

    Se a alternativa escolhida for a cremação, o corpo deverá ser encaminhado para o crematório a fim de que o procedimento seja realizado. 

    Homenagens 

    É importante organizar com cuidado e atenção as devidas homenagens que serão feitas na cerimônia fúnebre. O momento da despedida, embora seja doloroso, deve ser um momento de afeto, emoção e acolhimento para todas as pessoas presentes.

    É preciso cuidar para que tudo seja feito com zelo e carinho. A família ou os amigos podem escrever discursos acerca do ente querido exaltando as suas qualidades e destacando os bons momentos que viveram juntos. É possível, também, convidar algum líder religioso, se este for o caso, para discursar.

    Agora que você já aprendeu todas as etapas do funeral, chegou a hora de conhecer o que é um inventário e qual a sua importância. Confira abaixo!

    O que é um inventário? 

    Homem assinando documento 

    Para além dos trâmites burocráticos que permeiam a organização do funeral de um ente querido, existem alguns outros processos administrativos que devem ser realizados após a morte de uma pessoa. 

    Um desses processos é a abertura do inventário. O objetivo deste processo é formalizar a transferência de bens e posses do ente querido aos seus herdeiros. 

    A abertura do inventário é imprescindível para que a partilha dos bens seja realizada. 

    Existem, basicamente, dois tipos de inventário: o Inventário Judicial e o Inventário Extrajudicial. O primeiro ocorre dentro das normas legais e é mediado pela Justiça. 

    O segundo, por sua vez, pode acontecer sem intervenção judicial, desde que os herdeiros estejam em comum acordo e possuam um advogado para orientá-los no processo.

    O Inventário Judicial pode demorar até 12 meses para ser concluído, podendo ter seu prazo ampliado. Já o Inventário Extrajudicial é um processo menos demorado e mais prático, especialmente porque há consenso entre as partes envolvidas. 

    Qual a importância de contar com um plano funerário?

    Você deve ter observado durante a leitura deste artigo que cuidar dos processos burocráticos e organizar o funeral de um ente querido não são tarefas fáceis. 

    Diante disso, é essencial contar com um plano funerário que possa oferecer os subsídios necessários para que cada uma dessas etapas sejam cumpridas sem grandes transtornos. 

    A equipe funerária é especializada nestes assuntos e preparada para oferecer todo apoio, acolhimento e suporte que uma família enlutada precisa. 

    Existe uma grande variedade de planos no mercado, os quais podem ser aderidos de acordo com o perfil de cada cliente.

    Algumas das principais vantagens de contar com um plano funerário são:

    • Tranquilidade e conforto para você e sua família;
    • Economia;
    • Cobertura dos serviços funerários;
    • Suporte especializado.

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